Gestão de sustentabilidade

O INDSH possui uma área de Gestão Ambiental para oferecer completa assessoria na área e elaboração/execução de projetos de Sustentabilidade, em cumprimento às normas e legislação de meio-ambiente, cujas regras – cada vez mais rígidas – são uma exigência das autoridades públicas e uma cobrança da sociedade em geral.

Oferece também suporte legal e jurídico às atividades hospitalares e seu impacto ambiental.

As ações podem ser implantadas em áreas estratégicas do hospital, como a cozinha (horta orgânica, ‘green kitchen’), uso racional dos sistemas de energia, consumo de papel e redução de desperdícios.

Selo Ouro e política de baixo carbono

As unidades administradas pelo INDSH, em todo o país, possuem o Selo Ouro de emissão de relatórios de Gases de Efeito Estufa (GEE), cujo principal é o dióxido de carbono, outorgado pelo Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, com base em protocolos internacionais (GHG Protocol).

A divulgação dos relatórios por partes das empresas e instituições é importante como fator de transparência, respeito ao meio ambiente e apoio às autoridades públicas e técnicos na formulação de políticas de controle de gases que degradam o meio ambiente. As certificações são classificadas em bronze, prata e ouro (neste último caso, auditada obrigatoriamente por institutos credenciados pela FGV).

No caso das unidades administradas pelo INDSH, é feito um trabalho sistemático de envio das informações sobre atividades que geram gases de efeito estufa nos hospitais. Essas atividades incluem desde o uso de ar condicionado, utilização de veículos automotores, até a abrangência de equipamentos médicos. As informações são consolidadas anualmente e enviadas ao Centro de Estudos de Sustentabilidade da FGV, onde são checadas e auditadas por órgãos independentes credenciados pela Fundação. Obtida a certificação, o próximo passo é buscar soluções no sentido de reduzir as emissões das unidades hospitalares.

Sobre o GHG Protocol

O GHG Protocol foi criado em 1998 pelos World Resources Institute e World Business Council for Sustainable Development, e trazido ao Brasil em 2003 pelo Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas. É considerada a metodologia mais usada no mundo para produção de inventários de emissão de GEE. Anualmente, a FGV divulga os relatórios das empresas que se associam voluntariamente ao programa.

As empresas inseridas no programa correspondem a 18 setores econômicos. A declaração de emissões é feita de forma voluntária. São empresas com potencial de transformação muito grande, com alto grau de importância para direcionar a economia para o baixo carbono.